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Qual é a dúvida?

Serviço prático

Seção esclarece leitores sobre dúvidas jurídicas em projetos culturais.






 

Edição 121

Examine e acesse, se for assinante, o conteúdo da revista em formato HTML ou PDF através do sumário abaixo:



  Patrocínio

Segmentos preferidos
Se você está pensando em montar um projeto cultural que possa ser patrocinado por empresas, é bom escolher um que envolva Teatro para sua chance ficar maior. Pelo menos é o que aponta levantamento feito pela revista Marketing Cultural Online para identificar quais foram os segmentos de cultura que mais tiveram a atenção dos patrocinadores. O levantamento proporcionou uma tabela indicando para quais segmentos as 200 empresas que mais apoiaram cultura no ano passado direcionaram suas verbas; e dessa tabela foram gerados gráficos para mostrar quem mais patrocinou Música Erudita, por exemplo, ou Artesanato, Exposições ou Circo... Foram 27 segmentos pesquisados.

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E o gosto de cada um
Quer saber qual segmento cultural a Petrobras mais gosta de patrocinar? E o Banco do Brasil? E quem se interessa por Artesanato ou Folclore? A revista Marketing Cultural Online foi pesquisar nos dados do Ministério da Cultura e oferece ao assinante uma tabela baseada em 27 segmentos e que mostra quais foram as três empresas que mais investiram em cada um deles. Você conhece a Organon? Pois ela foi uma das 13 empresas que patrocinaram Fotografia, por exemplo. Pelo levantamento é possível saber que a Vale é a que mais gosta de História, seguida pelo BNDES, que por sua vez lidera os investimentos em Patrimônio/Arquitetônico/Restauração.

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200 Maiores
Com os dados indicados pelas duas chamadas acima, não deixe de examinar o perfil das 200 empresas que mais investem em cultura utilizando leis federais de incentivo. Foram levados em conta o valor aplicado em projetos culturais com base no ano de 2010, áreas de interesse, critérios para patrocínio e também que transparência a empresa oferece ao público sobre como utiliza sua verba oriunda de renúncia fiscal. Para esse item é dada uma graduação de avaliação que vai de excelente a inexistente. Dados como razão social, lucro líquido obtido, local da sede, endereço, telefone, contato (sempre que disponível), como fazer para encaminhar projetos e informações sobre o que a empresa faz ou comercializa, se tem política para patrocínio e quais os principais programas culturais que apoia ou executa fazem parte do Perfil. É a mais completa avaliação sobre o comportamento das empresas no campo do patrocínio à cultura já publicada. 
       
Acesse a página do Perfil dos Patrocinadores por Aqui.

 Cinema

Marketing ambulante
A ideia é mexicana, mas está funcionando muito bem no Brasil. Em um país continental onde 90% dos municípios não tem sala de cinema, empresas estão aproveitando a oportunidade de atingir seu público-alvo em um ambiente que muitas capitais não possuem – sala de cinema em 3D, 4D e 5D que oferece possibilidades de campanhas culturais, branding sensorial e mais o que a empresa puder imaginar para o benefício de suas marcas ou produtos. Além de ver filmes que não poderia ver de outra forma, população do interior ainda desfruta de bebida, alimentação e um chacoalhar nas cadeiras de vez quando. O Cinetransformer não é coisa nova – vem desde 2004 – mas a tecnologia embarcada é.

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Experiências impactantes
Para saber exatamente como funcionam os serviços do Cinetransformer, a revista Marketing Cultural Online enviou perguntas e recebeu respostas de Alexandro Ortega, diretor da empresa no Brasil, e Ernaldo Santini, diretor da Taxin, companhia que tem feito projetos culturais em parceria com o Cinetransformer. Eles explicam qual a diferença existente entre 3D, 4D e 5D (este último se caracteriza por apresentar, além dos efeitos do 3D, efeitos sensoriais, como vento, cheiro, chuva, bolha junto com o movimento das poltronas) e como as empresas estão aproveitando essa oportunidade de atingir seu público-alvo no interior do Brasil.

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 Perfil

Pintando o Set
Nem só com dinheiro uma empresa pode apoiar projetos culturais com leis de incentivo. A Suvinil, marca de tintas imobiliárias da BASF e líder no segmento premium, participou como patrocinadora do filme Onde está a felicidade?, dirigido por Carlos Alberto Ricceli, doando 913 litros de tintas e mais de 288 bisnagas de colorantes. Líder no mercado, a marca foi adquirida em 1969 pela BASF e para sustentar sua posição de liderança com 60% de participação no segmento premium, a Suvinil tem uma estratégia de negócio pautada em pilares como relacionamento com clientes,  inovação e forte investimento na marca. Para compreender melhor como é a atuação da marca com o patrocínio à cultura, enviamos um questionário a Daniela Ferreroni, gerente de Propaganda e Promoção, que retornou com esclarecimentos sobre a atuação da empresa nesse setor.

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  Leis

Monografia
O objeto de estudo foi regional, mas o resultado da monografia desenvolvida por Gláfira Fonseca Lobo como requisito obrigatório para obtenção do Título de Especialista em Gestão e Responsabilidade Social, pode pefeitamente ser aplicado no contexto nacional sobre patrocínio à cultura.  Com o nome de A Importância do Patrocínio e da Lei de Incentivo Cultural Semear: Um estudo acerca da percepção de artistas, produtores e empresários no estado do Pará, a monografia teve como objetivo geral verificar a percepção de artistas, produtores e empresários acerca da importância do patrocínio e das leis de incentivos à cultura. E um dos itens pesquisados mostra uma realidade nacional: sem lei de incentivo, apenas 16% dos consultados investiriam em cultura.

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Dilema dos “repasses”
O segmento de eventos e marketing promocional vive, com especial intensidade, o drama dos “repasses”. Por uma imposição natural do mercado, normalmente a relação com os fornecedores é estabelecida diretamente pela organizadora do evento, que orça os custos e os submete à prévia aprovação do cliente. Assim, os valores desses serviços subcontratados transitam pela conta da organizadora de evento, que os repassa aos seus verdadeiros credores – os fornecedores. Debate-se, nesse cenário, se a base de cálculo do Pis e da Cofins das organizadoras de eventos deve ou não contemplar tais “repasses”, que não raro montam cifras muitíssimo mais expressivas do que o montante que efetivamente permanece na empresa. Este é o tema abordado pelo artigo de Paulo Roberto Andrade, mestre em Direito Tributário pela Universidade de São Paulo.

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Qual é a dúvida?
Seção responde a dúvidas sobre leis de incentivo e mercado da cultura. Nesta edição são respondidas questões sobre o que deve ser colocado em pré-produção no orçamento de projeto encaminhado ao MinC; se há porcentagem estabelecida para direito autoral; como é o Siconv, sistema de gestão de convênios do Governo Federal; e sob quais condições é possível alterar o proponente de um projeto já aprovado pelo Ministério da Cultura.

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