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Orientações e manuais

O Ministério da Cultura publicou em junho/13 nova Instrução Normativa que fez diversas modificações em relação à IN anterior. Disponibilizou também vários Manuais de orientação quanto a formulação e encaminhamento de projetos ao MinC com vistas à lei Rouanet, questões administrativas, prorrogação, entre outros.

Conheça a Instrução Normativa e os Manuais disponíveis.








 

Edição 127

Examine e acesse, se for assinante, o conteúdo da revista em formato HTML ou PDF através do sumário abaixo:



  Patrocínio


Chegamos a 450 empresas analisadas e que fazem parte do Perfil de Patrocinadores culturais disponível para os assinantes da revista Marketing Cultural Online. São companhias que aplicaram valores na casa de R$ 300 mil para cima, durante o ano passado, em projetos incentivados. Dezenas de empresas são estreantes no Perfil. O assinante poderá utilizar o novo campo de busca implantado para pesquisar quais empresas patrocinaram um determinado segmento cultural, além de poder buscar empresas por ordem alfabética, valor investido e unidade da Federação. Outro campo de busca permite buscar empresa patrocinadora por área de atuação, que pode ser escolhido entre Indústria, Comércio ou Serviço. O Perfil dos Patrocinadores é um serviço da revista Marketing Cultural Online que mostra quais são as companhias que mais investiram em projetos culturais com base na lei Rouanet. Inclui itens como Razão Social, Lucro Líquido, Critérios para incentivo, Endereço e contato, Como enviar Projeto, entre outros. Também mostra qual é a transparência da empresa com o uso do dinheiro público.

Se quiser saber quais são as empresas pesquisadas, acesse por Aqui. Para ir à página do Perfil dos Patrocinadores acesse por Aqui



 Mercado
Chega de mesmice! Esse foi o mote que utilizamos para buscar ações de marketing inovadoras que envolvam ações culturais. Descobrimos que as empresas também estão cheias dessas mesmas soluções de compre-ganhe, banners e até mesmo o patrocínio tradicional. Elas querem novidades, elas querem interações com seu público, elas querem vender produtos e ganhar em imagem de um jeito novo, moderno, compartilhado como o tempo atual deve ser. Quem está propondo isso? Encontramos alguns exemplos que publicamos nessa edição e resumimos a seguir


Novo nicho
A Art Unlimited criou a Divisão de Novos Negócios cuja função é oferecer às empresas a possibilidade de interagir com o público utilizando a arte como experiência de marca. Sua diretora afirma que “a Divisão cria oportunidades para marcas se comunicarem através de conteúdos legítimos de entretenimento e cultura, como alternativa ao esgotamento das iniciativas promocionais comuns no mercado”. Nesse novo modelo de negócio, um evento cultural irá para onde o patrocinador quiser, desde centros comerciais como Shopping Centers, até locais de feiras e eventos sazonais. E para quem recebe o evento há o benefício de estreitar o relacionamento com seus consumidores.

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rock
Entrevista
Sandra Klinger e Karen Rozenbaun são as diretoras de Novos Negócios da Art Unlimited e detalham em entrevista exclusiva como chegaram à conclusão de que o mercado estava pedindo ideias diferentes que beneficiassem suas marcas ou produtos. Além das respostas, lançamos um desafio: que soluções elas proporiam a um cliente que vende malas de viagem para executivos, não quer gastar dinheiro em mídia convencional e nem com o Google? Como linkar a cultura a essa demanda?  As respostas às perguntas que fizemos e ao exercício proposto você poderá ler nessa edição

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flip
Até zumbi gosta
Com tanto zumbi por aí, até que estava na hora de se criar alguma utilidade para ele. A Cia. de Comédia Setebelos aproveitou o ensejo e transformou o bicho, ou seja lá o que seja, em mote de um curso profissionalizante destinado a diretores e coordenadores de educação de todos os Senais do Brasil. Foi um sucesso. Setebelos é um grupo de Brasília que defende a ideia de que ri melhor quem ri no princípio, no meio e no fim. E que rir pode ser o melhor remédio e também outras coisas como transformar em espetáculo lúdico, divertido e informativo um calhamaço de 200 páginas de metodologia de educação profissional. Deu tão certo que até a ONU quer contrata-los. Veja como eles fizeram isso.

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flip
Chega de intermediários
“Que tal retirar as marcas do posto de simples patrocinadoras e coloca-las como principal porta de vinculação entre usuários e os eventos musicais?”. Desse pensamento nasceu uma empresa. E a solução. Com a experiência de quem já foi diretor de negócios da AgênciaClick Isobar e criador de uma série de ações que incluem uma transmissão exclusiva para o Brasil do show da banda Black Eyed Peas, no Central Park, em NY, Gustavo Marques criou a Livebiz, empresa que desenvolve plataformas musicais no território digital com conteúdo exclusivo para as marcas. Os projetos desenvolvidos podem ser os mais diversos – da transmissão de um show que a marca já patrocina à criação de eventos exclusivos ou até um casting de artista/banda para ações da marca. Quando perguntado se tem lei Rouanet no negócio, Gustavo diz que nem sabe direito como ela funciona.

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flip
Reflexões
Filas enormes se formam em frente a museus brasileiros para ver obras importantes como, por exemplo, a de Ron Mueck, atualmente no MAM do Rio de Janeiro. Desde meados dos anos 90, quando as empresas começaram a utilizar com mais frequência e conhecimento as leis federais de incentivo à cultura, exposições de artistas renomados tem visitado nossas cidades, sempre com grande audiência. Mas o perfil do visitante mudou daqueles anos para cá e, mais do que o perfil, mudou o comportamento. Neste artigo, o editor da Marketing Cultural faz algumas reflexões, entre elas: afinal, as pessoas estão indo a Museus com o intuito de apreciar as obras ou só o de compartilhar posts? Uma coisa é certa: os patrocinadores estão gostando muito disso.

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flip

 Cinema
Grana curta
Curta a história do curta que quer ser longa mas não pode porque a grana é curta. Até que a gente ficou com vontade de dar esse título para a história que publicamos nessa edição porque ele reflete exatamente o que a matéria sobre o Lunatique conta. Lunatique é um curta-metragem feito com investimento próprio de seus produtores e se passa em um período pós-apocalíptico cujo ambiente “dark” não sugere a ideia de que foi filmado em uma cidade ensolarada como Santos (SP). Ele agora está necessitando de dinheiro para pós-produção e outras coisas para ser finalizado. Mas o que ele quer mesmo é se transformar em um longa. O teaser do filme, lançado ano passado, foi considerado referência do gênero na América do Sul pelo site americano de audiovisual Twitch.

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  Tese
Seriado e doutrina
Jack Bauer voltou. Desta vez em Londres, via canal Fox, onde prossegue em sua saga antiterrorista durante trepidantes 24 horas.  Talvez esse seja um bom mote para mostrar como essa série de televisão teve influência na política de segurança nacional do governo George W. Bush, hoje conhecida como Doutrina Bush, nascida após o atentado de 11 de setembro de 2001 em Nova York. Agora está mais fácil mostrar essa conjunção após o trabalho de mestrado da doutoranda do Programa de pós-graduação em Relações Internacionais da Unesp, Paola do Prado Juliano, realizado em 2012 e cuja íntegra você pode conhecer aqui. Segundo a autora, a série contribuiu para que se criasse um ambiente de medo que foi propício para a aprovação de um pacote de medidas antiterror que em tempos de paz provavelmente não seriam aceitas.

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  Leis

Qual é a dúvida?
Seção responde a dúvidas sobre leis de incentivo e mercado da cultura. Nesta edição são respondidas questões como se se enquadrar um projeto de teatro como Pessoa Física pela lei Rouanet a carga de impostos aumentará?; se o proponente de um projeto pela lei Rouanet for Pessoa Física, o cônjuge pode ser contratado para exercer alguma atividade? se uma empresa que deseja ter isenção fiscal pela lei Rouanet pode fazer o investimento no projeto através de prestação de um serviço, como permuta, ao invés de depositar o valor na conta captação?

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