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Qual é a dúvida? |
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| Edição 122
Examine e acesse, se for assinante, o conteúdo da revista em
formato HTML ou PDF através do sumário abaixo:
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| Patrocínio |

Ao ampliar a pesquisa para 250 empresas que investem em cultura utilizando lei federal de incentivo, a revista Marketing Cultural Online permite ao assinante conhecer muitas companhias que, pelo volume de investimento aplicado em projetos com seu Imposto de Renda devido, não aparecerem em edições anteriores. A 6º Edição do Perfil dos Patrocinadores Culturais leva em conta o valor aplicado em projetos culturais com base no ano de 2011 e trocou o item Áreas de Interesse por Segmentos Apoiados; desta forma, ao se examinar a ficha de cada empresa, se saberá exatamente que tipo de projeto ela preferiu apoiar no ano passado. Levantamento inclui ainda critérios para patrocínio (quando a empresa tiver) e também que transparência a empresa oferece ao público sobre como utiliza sua verba oriunda de renúncia fiscal. Dados como razão social, lucro líquido obtido, local da sede, endereço, telefone, contato (sempre que disponível), como fazer para encaminhar projetos e informações sobre o que a empresa faz ou comercializa, se tem política para patrocínio fazem parte do Perfil.
Acesse a página do Perfil dos Patrocinadores por Aqui
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Segmentos apoiados
Do levantamento para definir quais foram as 250 empresas que mais investiram em cultura com lei de incentivo, foi gerada uma tabela que está à disposição do assinante com indicação do número de projetos que cada companhia apoiou nos segmentos escolhidos durante o ano passado. Por ela é possível conhecer se a empresa patrocinou Música Erudita, por exemplo, ou Carnaval, ou Artesanato, se foi apenas um projeto ou foram muitos. A pesquisa incluiu 39 segmentos culturais.
Veja a tabela >>
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Segmentos preferidos
Preparamos também outra tabela em que é possível verificar os segmentos preferidos pelas empresas no momento da escolha de projetos culturais para patrocínio. O levantamento mostra, para cada segmento, quais foram as três principais empresas que mais apostaram nele. Quem mais apoiou Fotografia, por exemplo, ou em História? Trabalho indica os primeiros, segundos e terceiros colocados na preferência por segmento.
Veja a tabela >>
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Força das estatais
Dos 39 segmentos culturais pesquisados pela revista Marketing Cultural Online, apenas quatro não tiveram uma estatal como principal patrocinadora durante 2011. Elas não foram as que mais se interessaram por Biblioteca, Exposição Itinerante, Filatelia e Museu, mas nos demais segmentos ou uma delas foi a principal investidora ou liderou junto com outras empresas. O valor total aplicado por elas durante o ano passado, via incentivo fiscal, girou em torno de R$ 250 milhões.
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| Leis |
Para ficar claro
A nova Instrução Normativa baixada em fevereiro pelo Ministério da Cultura trouxe mudanças significativas para quem se envolve com projetos culturais. Mas apesar de já haver se passado dois meses de vigência, ainda há muito desconhecimento sobre o que ela provocou. Porisso preparamos uma tabela mostrando o que mudou (seja em texto ou conteúdo), o que de novo foi introduzido no documento e o que deixou de constar em relação às Instruções Normativas anteriores, que também publicamos para permitir comparações.
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Cortar tempo
A decisão de aceitar somente a apresentação de 6.300 projetos por ano não foi por acaso. O que o MinC deseja, apesar de todo o discurso de descentralização regional ou atendimento ao texto da lei Rouanet, é cortar drasticamente o trabalho que os pareceristas vem tendo para examinar o volume de propostas encaminhadas anualmente com vistas a obter incentivo fiscal. Dos R$ 44 bilhões autorizados para captação, de 1993 a 2011, somente R$ 11 bilhões foram utilizados por empresas ou pessoas físicas. Publicamos tabela onde se mostra o que foi apresentado, aprovado e apoiado de 1993 até o ano passado.
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Dá-lhe burocracia
Abertura de conta corrente para receber patrocínio, de outra para execução, instrução normativa de 32 páginas com regras para todos os gostos (e desgostos), formulários cada vez mais detalhados e que poucos proponentes tem capacidade para preencher sozinho, limite para recebimento de projetos, limite de verba por cada segmento – o cipoal burocrático para se utilizar a lei Roaunet cada vez aumenta mais. Entre as recentes resoluções pouco conhecidas está o comunicado feito pelo Ministério sobre os procedimentos para movimentação financeira referente a verbas de patrocínio ou doação.
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Qual é a dúvida?
Seção responde a dúvidas sobre a legislação cultural. Nesta edição foram atendidos leitores que quiseram saber se um livro sobre prosa poética pode ser enquadrado em lei de incentivo; se patrimônio cultural material necessita ser tombado para poder receber incentivo fiscal via lei Rouanet; e porque um projeto não foi aceito por utilizar terceiros para registrá-lo no sistema eletrônico do MinC conhecido como Salic.
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| Pesquisa |
Consumo baixou
A Fecomércio-RJ, em parceria com a Ipsos, realizou pesquisa nacional sobre hábitos culturais e concluiu que, no ano passado, os brasileiros se dedicaram menos a atividades culturais. Segundo o levantamento, 45% da população desfrutaram, pelo menos uma vez ao longo do ano, de alguma atividade cultural enquanto, em 2010, esta proporção havia sido de 53%. A principal razão apresentada pelos brasileiros para não frequentarem atividades culturais continua sendo “falta de hábito”. O preço não foi o principal motivo.
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| Exposição |
De Paris a Copa
Durante dois dias de junho o trecho entre a Avenida Princesa Izabel e a rua Figueiredo Magalhães, em Copacabana, será ocupado por oito mil canteiros de plantas ornamentais, flores, hortaliças, cereais, frutas, legumes e árvores brasileiras de médio e grande porte que formarão uma grande exposição natural para visitação gratuita. Este é o objetivo do Nature Capitale, um dos maiores eventos de arte ambiental do planeta, concebido e executado pelo artista francês Gad Weil, famoso como criador de arte de rua, e que se prepara para uma “world tour” que inclui Rio, Lyon e Nova York. Ler
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| Artigo |
Sérias dúvidas
O ator, diretor e produtor Cláudio Cunha escreveu um longo artigo onde mostra um roteiro percorrido ao longo de meses para tentar aprovar algum projeto cultural por meio de editais. Da euforia inicial por tanto dinheiro à disposição, à decepção por não ter conseguido nenhum centavo, Cláudio conta sua sina junto a algumas empresas do Governo, Ancine, Secretaria de Cultura de São Paulo e desconfia de várias coisas ao ponto de utilizar a palavra “farsa” no título de seu artigo. Veja o que ele conta.
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| Entrevista |
Reclamar com quem?
No artigo escrito por Cláudio Cunha, que publicamos nessa edição, o que mais chama a atenção é o trecho em que ele conta que encaminhou oito volumes contendo o projeto O Mundo de Sofia à Secretaria de Cultura de SP e em dois deles foi passada uma cola juntando duas folhas. Quando o material foi devolvido, após a reprovação, as folhas continuavam coladas. Em rápida entrevista, Cláudio conta mais detalhes sobre sua peregrinação.
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| Perfil |
Ótica cultural
Se você não tiver ligação com o setor de cabeamento e redes óticas, é provável que não conheça a Furukawa. Empresa de origem japonesa com sede em Curitiba, ela é uma das que não estão no nosso perfil de 250 maiores patrocinadores culturais, mas faz parte da lista das mais de 3.000 companhias que utilizaram lei federal de incentivo à cultura durante 2011. A própria gerente de Marketing, que utiliza de 5 a 7% da verba do departamento em açõe culturais, conta sobre como atua no setor.
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